SILVESTRE RESORT E SEUS GIGANTES! TV LOUCOS 44

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O Loucos por Pesca foi conhecer o Silvestre Resort, localizado em Rio Verde-GO. O hotel possui um amplo parque, onde além de inúmeras piscinas e outros entretenimentos, há dois lagos para a pesca esportiva. Nossa pescaria foi espetacular, onde fisgamos alguns dos gigantescos peixes que fazem a fama do local.

 

 

 

Olá amigos do Loucos por Pesca!

Após muito ouvir falar sobre os Tambacus gigantes do Silvestre Resort, decidimos que era hora de conhecer o local. Aproveitei uma oportunidade na agenda e rapidamente combinamos a pescaria.

Entramos em contato com a Denise, uma das proprietárias do empreendimento, e combinamos todos os detalhes da nossa viagem. Um dos fatores que nos motivou a ir neste momento, foi saber que passou a ser permitido pescar no lago inteiro, sem restrições igual haviam anteriormente e que gerava tanta polêmica.

Saímos pela manhã do Estado de São Paulo em três pescadores: eu (Kleber Sanches), Edgard Paiva e o Muryllo Santos. Após a longa viagem, mais de 10 horas de carro, onde percorremos em sua maioria boas estradas, chegamos ao Silvestre Resort, localizado em Rio Verde-GO.

A data da nossa pescaria foi 28 a 30 de setembro de 2016.

Após uma boa noite de sono no confortável apartamento do hotel, aproveitamos o café da manhã oferecido no restaurante para começarmos bem o dia.

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Ovos mexidos, salsicha, pães, frios, bolos, sucos, leite, café, enfim, tudo que o hóspede precisa é servido no Silvestre Resort.

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Antes de iniciarmos a nossa pescaria, vamos mostrar um pouco da estrutura deste lugar incrível. Muita área verde, contato direto com a natureza, como a gente gosta, um ambiente extremamente bem cuidado.

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Entrada dos apartamentos

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Estacionamento bem na frente dos quartos.

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O Silvestre Resort também tem os chalés, que são acomodações superiores, porém também com preço bem acessível.

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A fazendinha é muito apreciada pelas crianças.

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O Silvestre também conta com playground para seus filhos brincarem bastante.

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O parque aquático, Thermas Park, é bastante completo e faz a diversão de todos, desde as crianças até os adultos que buscam um pouco de tranqüilidade.

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Piscina de ondas

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Rio lento

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Muitas piscinas, algumas aquecidas, outras infantis…

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Diversos bares

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O Restaurante Jabuticabeira é um ambiente bastante agradável e oferece deliciosos pratos.

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Ainda tem um laguinho ao seu redor, onde é possível admirar grandes peixes e vê-los comendo ração na mamadeira.

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Pirararas, Tambacus, Pintados, Carpas…

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Vamos começar a falar um pouco de pescaria?

São 2 lagos para a pesca, sendo o principal de excelentes dimensões.

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O Silvestre vendeu recentemente diversos peixes do seu lago principal, pois estão fazendo reformas no hotel e a pescaria está temporariamente fechada. Vale ressaltar que nossa viagem aconteceu antes desse acontecimento.

Vamos à pescaria!

No primeiro dia podemos dizer que foi puro aprendizado. Não conhecíamos o lago, os hábitos dos peixes e a pescaria no Silvestre é um pouco diferente do que estamos acostumados.

Só tirei um peixe da água, que foi uma Pincachara de médio porte, mas que infelizmente não tiramos foto. O peixe foi fisgado com ração no sistema de bóia cevadeira e boinha, cerca de 30 cm de altura, no chinuzinho.

O Edgard chegou a brigar com um grande Tambacu, fisgado no pão flutuando, mas infelizmente o peixe levou a melhor e cortou a linha. A partir do horário do almoço, os tambas subiram melhor na ração, porém não queriam entrar em sistema nenhum. Testei anteninha, palminho, miçanga, ração, tirei a boinha sinalizadora, porém eles estavam muito manhosos e só comiam a ração, principalmente depois que tirávamos nossas bóias da água.

No finalzinho do dia, vendo que os peixes estavam comendo melhor a ceva, porém bem longe de onde estávamos, armei uma outra vara com torpedo, chicote de 1,5m e uma ração na pinga no chinu 9. Arremessei o mais longe que consegui e não precisei esperar mais do que 10 segundos. O torpedo hulk, bóia para longos arremessos da JR PESCA, bateu na água e o peixe puxou com força para baixo! O bicho saiu em uma disparada frenética e me pegou de surpresa. Eu estava tentando segurar a corrida dele, porém não percebi que a linha já estava para acabar na carretilha, até porque muita linha já tinha sido usada no longo arremesso, então acabei tomando um forte estourada no nó, era a primeira batizada de carretel da viagem.

Desta maneira acabava nosso primeiro dia de pescaria no Silvestre Resort, onde ficamos até um pouco preocupados, mas de certa forma aquela ação no final do dia trouxe um pouco de esperança.

Conversando mais tarde com a Camila Niclites e com o Márcio do Fishingtur, que tinha saído do hotel um dia antes da nossa chegada, eles me disseram que o esquema que eu testei no final do dia era exatamente o que estava funcionando melhor no Silvestre. Ração na pinga com chicote pra baixo, cerca de 1,5 a 2 metros.

Iniciamos o dia seguinte mais esperançosos e tivemos três ações em menos de 30 minutos. Primeiro o peixe conseguiu abrir meu anzol, depois quebrou um anzol do Edgard e por último outro peixe apenas acabou escapando. As coisas pareciam que não estavam a nosso favor. Como sou muito observador, comecei a reparar nos acontecimentos e achar um jeito mais adequado de fisgar aqueles peixes. Como os tambas já puxavam com tudo, afundavam a cevadeira e saiam tomando linha desesperados, decidi não ficar mais fisgando fortemente, apenas uma confirmada me parecia mais propício.

Na metade do dia, sem novas ações, reparando que os peixes estavam em grandes cardumes do outro lado do lago tomando sol, decidimos mudar o ponto de pesca. Foi a melhor decisão que poderíamos ter e que acabou salvando a pescaria.

Rapidamente o Muryllo engatou o primeiro peixe, que ainda não era o que esperávamos, porém já serviu para dar uma animada. Um grande Pacu foi quem se rendeu aos braços do pescador!

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Meia hora depois, foi a minha vez de fisgar um briguento! Impressionante como os peixes são fortes no Silvestre. A primeira tomada de linha é algo que nunca tinha visto em pesqueiros, parece que o peixe vai puxando linha como se o mundo fosse acabar. Após controlar a situação, vi que o Muryllo também engatou uma encrenca, formávamos então um belo dublê! O meu se rendeu primeiro, um belo Tambacu!

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Queixo mais amarelado, peixe de bela coloração.

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O peixe do Muryllo aos poucos foi encostando até que consegui colocá-lo no passaguá. Era um legítimo gigante do Silvestre!

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Monstro!

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Peixe muito gordo!

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Infelizmente os nossos equipamentos de filmagem ainda estavam do outro lado do lago, então não conseguimos registrar os primeiros peixes para o nosso programa. O jeito foi apenas fotografarmos.

Em seguida foi a vez do Edgard também conseguir seu primeiro peixe no Silvestre. O sistema utilizado não mudaria mais até o final da pescaria. Boia cevadeira, seja a Kuro (Kleber) ou a Parruda (Edgard e Muryllo), da JR PESCA, chicote de 1,2 a 2 metros de linha mono 0,50 mm, chinu 9 da Pinaccle, sem fisga, e ração na pinga ou ração com essência de banana. Mais um bonito peixe se rendeu ao Loucos por Pesca!

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A mudança de lado no lago tinha alterado completamente a pescaria. Aproveitamos uma pausa nas ações para buscarmos todo o restante da tralha e no final da tarde conseguimos mais alguns peixes.

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No final do dia, mais um Tambacu de porte mediano para os padrões gigantescos do Silvestre.

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Já no apagar das luzes, o Muryllo engatou um tamba dos grandes. O peixe brigou tanto que só foi sair quando a noite já começava a cair. Foi se formando um belo espetáculo ao fundo, um pôr do sol de rara beleza, que não poderia ficar melhor do que com um peixe nos braços.

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Chegávamos então ao final do segundo dia de pescaria, sendo que nossa viagem só teria três dias de linhas na água. Ainda não estávamos satisfeitos, porém tínhamos definitivamente encontrado o caminho dos peixes. Em alguns momentos até tentei mudar o esquema, testar anteninha, porém os bichos não queriam de jeito nenhum. Não sei se é porque a água estava muito limpa, era possível ver os peixes de longe durante as brigas, mas eles estavam muito manhosos. O jeito foi insistir na ração pra baixo e não ficar teimando contra a vontade dos bichos.

O terceiro dia começou muito empolgante! Logo nos primeiros arremessos, o Muryllo já engatou uma encrenca das pesadas. O peixe até que parecia que se renderia sem grandes dificuldades, porém chegando perto da margem resolveu entrar debaixo da plataforma, onde tivemos até que interromper as filmagens e puxei o bicho pela linha para tirá-lo do enrosco. No final das contas, um gigante, bem redondo, se rendeu!

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O peixe parecia um pneu!

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Seriam três peixes em meia hora de pesca! O segundo foi do Edgard, mais um grande exemplar para a conta do Loucos por Pesca. No Silvestre raramente se fisga pequenos peixes, o lugar é reduto de gigantescos tambas, peixes que passam dos 40 kg.

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Belo Tambacu!

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Fechando a trinca, o Muryllo tirou mais um grande Tambacu!

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Após perder alguns peixes, chegava a minha vez finalmente. Era só dar umas três copadas e largar a cevadeira na água, que vinha algum ignorante puxar a bóia e sair rasgando pelo grande lago do pesqueiro.

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Nós fisgávamos os tambas lá no final do lago e vínhamos brigando e trazendo os peixes para tirarmos perto das plataformas, onde a margem era bem melhor. No outro canto era um barrancão de terra e muito alto, dificultando bastante para a retirada e soltura dos peixes.

O Edgard veio em seguida com mais um bitelo do Silvestre. Esse dia estava espetacular! Muitas ações e só peixe de bom porte nos braços do Loucos por Pesca!

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Na correria acabei tirando um ali mesmo no barrancão e acabei me sujando bastante. Pelo menos consegui ter o cuidado necessário para não machucar o peixe na soltura, fato este que é o que mais nos importa.

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Paramos um pouco a pescaria para comer uma porção, ficar na sombra por alguns minutos, já que o solzão goiano estava de rachar em Rio Verde.

Mas como somos Loucos por Pesca, não demoramos muito e logo estávamos na beira do lago novamente, arremessando nossas bóias cevadeiras para despejar ração atrás dos gigantes do Silvestre. Não demorou nem meia hora e mais um grande peixe estava na ponta da linha! Briga pesada, como sempre, até que ele resolve se entregar ao pescador.

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Mas eu ainda não estava satisfeito! Tinha a certeza que já tinha perdido uns três peixes gigantescos, pois no Silvestre tem momentos que não tem muito o que fazer. Se você deixar o monstro levar linha, terá o carretel batizado, se travar demais, seu anzol pode abrir ou quebrar, então é mais ou menos aquela velha máxima: “se correr o bicho pega, se ficar o bicho come”.

Quando a tarde já começava a se aproximar do fim, por volta das 16 horas, uma tomada de linha insana me levaria a adrenalina a mil! O peixe afundou a cevadeira e saiu rasgando pelo lago, sua puxada não tinha fim, foi quando comecei a ver o carretel ficando vazio! Sobrava apenas duas voltas, quando já quase sem esperança resolvi arriscar tudo! Travei totalmente o dedo, virei a vara para trás com muita força e o bicho me respeitou! Ele parou de correr, meu coração acelerou de vez e aproveitei a brecha para ganhar o máximo de linha que era possível. Logo ele deu mais algumas investidas, porém finalmente estava controlado. Aos poucos ele não tomava mais tanta linha, apenas jogava com seu peso, foi puxando para a direita, justamente onde gostamos de tirar os peixes. Foi uma briga de muita paciência, eu não sabia como estava a condição do anzol, pois já tinha forçado demais, então trouxe ele na ponta dos dedos. Foram mais de trinta minutos de duelo e, quando ele parecia que entraria no passaguá, o Muryllo não conseguiu colocar ele lá dentro. A cada tentativa errada de colocá-lo no passaguá, o peixe ficava uma fera de novo e lá se iam mais 10 minutos de briga, até que finalmente conseguimos garantir o meu monstro do Silvestre Resort!

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Uma mistura de adrenalina, alívio, aquela sensação de dever cumprido.

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Após esse peixe paramos de pescar. Fui fazer imagens do hotel para o nosso programa, registrar a bela estrutura que eles oferecem às famílias, acabamos dando um mergulho e curtindo as piscinas do Thermas Park.

O finalzinho da tarde não estava sendo muito bom para a pescaria, pois nesse horário subiam muitas Matrinchãs na ceva. Como ainda tínhamos um tempo e eu sou teimoso, resolvi arriscar mais alguns arremessos e fui premiado. Minha bóia afundou, o bicho pesou na linha, saiu rasgando o lago e eu com um sorriso no rosto falei para os amigos: “peguei mais uma encrenca”. Briga vai, briga vem, mais um gigante do Silvestre nos braços!

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O último dia foi espetacular!

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E assim finalizamos a nossa pescaria no Thermas Park, localizado dentro do Silvestre Resort. No começo tivemos dificuldade até acertarmos o jeito de pescar e depois foi só alegria. Um lugar espetacular, uma quantidade assustadora de gigantes peixes!

Assista no player abaixo, nosso programa 44 da TV LOUCOS!

Gostaríamos de agradecer a proprietária Denise, que abriu as portas para fazermos essa matéria, aos seus pais, dona Marilza e senhor Avelar, assim como todos os funcionários, principalmente o gerente Paulo, pessoa sensacional, que nos tratou muito bem em nossa estada e se tornou um grande amigo.

Aproveito para desejar um Feliz Natal e um excelente Ano Novo! Muita paz, saúde, alegrias e que em 2017 tenhamos todos espetaculares pescarias!

Abraços a todos e VAMOS PESCAR!!!

Imagens: Kleber Sanches, Edgard Paiva, Muryllo Santos e Silvestre Resort

Texto: Kleber Sanches

Silvestre Resort – Rio Verde/GO

Fone: (64) 3621-0015

www.silvestreresort.com

AGRADECIMENTOS

King Fishing – www.roupasdepesca.com.br

King Brasil – www.kingbrasil.com.br

Penn-Raiba Carretilhas – www.pennraiba.com.br

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