O INFALÍVEL RIO CUIUNÍ! AMAZÔNIA

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Nosso pescador Umberto Jacobs, viciado em pescarias com iscas artificiais, retornou à afamada região de Barcelos-AM. Dessa vez, para a aventura ficar completa, seu companheiro de barco, aliás, sua companheira, foi a sua namorada. Confira essa grande pescaria, que teve acampamento selvagem e belos Açus!

 

 

 

Olá pescadores.

No ano passado, fui presenteado com uma pescaria formidável no Rio Cuiuní, afluente do Rio Negro, região de Barcelos – AM. Meus recordes pessoais foram batidos e rebatidos. A equipe, em geral, pegou muito peixe. Tudo sem falar na impecável operação da equipe Tucuna Amazon boat. Para rever essa matéria, clique aqui.

Resumindo, a pescaria deixou o sabor de “quero mais”. Assim que desembarquei em Campinas, reservei a mesma data para o ano seguinte, de 03 a 09 de janeiro de 2016.

A pescaria, de novo, foi um sucesso!

A EQUIPE

Dessa vez, a equipe de pesca seria formada por pessoas mais do que especiais: minha namorada, Grazielle Lenzi (Gra); meu primo, Carlos Polronieri (Carlin); o amigo João Vitor Zambelli (Jão); e eu, Umberto Jacobs.

Seria a primeira pescaria de Tucunarés com iscas artificiais da Gra. Era, também, sua primeira viagem à Amazônia. A expectativa era grande, a preocupação também. Ela, preocupada com a infraestrutura, os insetos, os riscos e a pesca em si, por ser bastante técnica. Eu, por querer que tudo saísse da melhor forma possível, de modo que ela se consolidasse como minha parceira de pesca número um.

A VIAGEM

Durante o voo, já se podia notar o baixo nível das águas. Na chegada a Barcelos a situação se confirmou. Em comparação com o ano passado, o Rio Negro estava consideravelmente mais seco.

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Ao embarcar no Tucuninha, as conversas eram sobre a navegabilidade dos afluentes do Rio Negro. O baixo nível das águas apenas nos permitiria adentrar o Rio Cuiuní, que ainda assim tinha pontos de rasura crítica.

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A subida do rio iniciou-se com atenção total. Em diversos pontos, era possível ver o fundo do rio. Do deck superior, avistavam-se extensos bancos de areia que, por um mínimo descuido, acarretariam o indesejável encalhamento da embarcação.

O Sr. Orlando, comandante da embarcação, afirmou que subiria o rio o máximo que pudesse. Não garantiu, entretanto, que chegaríamos aos pontos mais distantes.

Essa informação deixou a equipe apreensiva. Não queríamos pescar nos pontos próximos ao Rio Negro. A intenção era ir o mais longe possível, fugindo dos locais mais povoados e, consequentemente, com menos pressão de pesca.

A PESCARIA

Após o almoço, ainda subindo o Rio Cuiuní, saímos para pescar.

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Logo nos primeiros arremessos, os Tucunarés já deram as caras. Exemplares pequenos eram capturados com certa facilidade, o que indicava peixe ativo.

A Gra ainda estava se ambientando com o frenesi daquela pescaria. Até aquele momento, estava tudo perfeito. Ela tinha adorado o barco, o local, as paisagens etc. Só faltava gostar da pesca.

Não demorou muito e seu primeiro Tucunaré apareceu. Não era o monstro que ela queria, mas já deu para se ter noção do porquê de todo pescador esportivo ser fissurado naquele peixe. Nem preciso descrever o tamanho do meu orgulho naquele momento.

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Apesar de muita ação, aquela tarde de pesca não rendeu nenhum grandão. Sem problemas, as expectativas para os próximos dias eram as melhores possíveis.

No dia seguinte, um pouco mais acima no Cuiuní, a pescaria estava difícil. Tinha uma ação ou outra, mas só peixe pequeno. Pescamos em pontos de água muito limpa, onde era possível avistar muito peixe grande, mas eles simplesmente ignoravam nossas iscas.

Ao voltar para o barco para almoçar, a estratégia precisou ser redefinida. O Tucuninha não tinha condições de subir mais sem comprometer a segurança.

Imediatamente, foi proposta a ideia de subir com os barcos de alumínio e montar acampamento rio acima. A equipe ficou apreensiva, pois acampar em meio a floresta amazônica pode soar arriscado. Naquele momento, optamos por tentar mais um pouco por aquelas redondezas, para repensar o acampamento depois, caso a produtividade permanecesse baixa daquele jeito.

Saímos para a pesca após o almoço e a situação permaneceu a mesma. Somente belas paisagens e quase nada de ações, com exceção de alguns pequenos Tucunarés borboleta.

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À noite, a ideia do acampamento novamente veio à tona, mas a equipe ainda estava relutante. Alguns queriam, outros nem tanto. A verdade é que se revelava arriscado abrir mão da mordomia do barco, para sair em busca de algo que poderia, simplesmente, não acontecer. Ninguém poderia garantir que rio acima teríamos mais sorte.

Na manhã seguinte, com as energias e a fé renovadas, partimos para a pescaria. Como no dia anterior, as horas passavam e a situação continuava ruim. Nossos braços já davam sinal de cansaço de tanto trabalhar todos os tipos de isca, sem resultado algum.

As duas duplas se encontraram em uma ressaca, por volta das 11 horas da manhã. Os comentários eram unânimes: nada!

MUDANÇA DE ESTRATÉGIA – O ACAMPAMENTO

Constatada aquela situação, a conclusão foi imediata: vamos acampar. Imediatamente voltamos para o barco e iniciamos um verdadeiro mutirão. Os tripulantes organizavam os artigos para infraestrutura do acampamento e nossa equipe juntava as tralhas e itens de uso pessoal. Somente a cozinheira ficaria no barco. O acampamento foi idealizado para, no máximo, dois dias.

Em aproximadamente uma hora, estávamos subindo o rio Cuiuní. Foram aproximadamente 3h30 de navegação contínua rio acima. Quando estávamos mais próximos do ponto onde acamparíamos, iniciamos a pesca.

Já nos primeiros pontos, a situação mudou. Num lago que mais se parecia com um corredor, cujas margens eram em declive acentuado e totalmente coberto por árvores secas caídas, o arremesso rente a um tronco provocou o ataque instantâneo do primeiro Tucunaré de bom porte.

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O ânimo da pescaria estava retomado. A Gra já sentia as dores musculares nas mãos e nos braços, típicas daquela pescaria. Surpreendentemente, ela recusava-se a desistir. De ponto em ponto, arremessava com confiança, trabalhava as iscas com vontade e capricho. Depois de testar uma série de iscas, ela resolveu ir para as hélices. Feitos alguns arremessos de teste, já pegou o jeito da coisa.

Adentramos um lago debaixo de uma fina garoa. A sua entrada era bem larga, formando uma espécie de baía circular. Passamos a arremessar em direção às margens e logo notou-se movimentação de peixes. Um Tucunaré, que parecia grande, caçava rente às margens.

Uma vez aproximado o barco, a Gra arremessou com perfeição no exato local onde rebojara o Açu. Na primeira arrastada da hélice, a pancada foi única e certeira.

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Depois de algumas corridas, o bichão, que tinha colocado a Rip Roller lá no fundo da goela, deu um salto de quase um metro de altura. A exclamação foi inevitável: “Nossa Senhora”. Alguns saltos depois, o peixão foi retido no puçá. Era seu primeiro Tucunaré Açu de respeito; e o que é melhor: na hélice.

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Depois daquele embate, o restante do lago foi pescado com a sensação do dever cumprido. De fato, subir o rio parecia ter sido uma decisão acertada. Além da pesca ter melhorado consideravelmente, as paisagens do local eram de deixar qualquer um de queixo caído.

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O lugar onde foi montado o acampamento era simplesmente perfeito. Uma extensa praia de areias brancas e limpas.

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Naquela noite, as confortáveis cabines climatizadas do Tucuninha foram substituídas por redes, sob uma tenda a céu aberto, em plena floresta amazônica. No meio da madrugada, a lua apareceu clareando tudo. Seu reflexo naquelas águas calmas, contrastando com a areia que parecia reluzir de tão clara, formava um cenário inesquecível. O céu mostrava incontáveis estrelas. Pena que o som ouvido era somente o ronco frenético dos outros dois pescadores. De fato, nada é perfeito nessa vida.

Antes de o sol raiar já estávamos de pé. Entre uma roncada ou outra, a turma conseguiu achar uma posição confortável na rede e obter o merecido descanso. O acampamento estava agitado, arrumação de coisa para todo lado, leite esquentando na fogueira e muita vontade de pescar.

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Em minutos estávamos rasgando aquelas águas espelhadas. A parada no primeiro ponto de pesca já mostrou produtividade. Em poucos arremessos, um Tucunaré Borboleta foi embarcado.

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No segundo ponto, na entrada de um lago de águas cristalinas, arremessei a hélice próxima a um espraiado. Com o braço ainda descansado, a puxada era neurótica. E deu resultado! Um Tucunaré saiu bem da beiradinha e veio como um foguete em cima da isca. Que cacetada! Eu, que estava ainda meio incrédulo por conta da calmaria dos dias anteriores, quase caí do barco. O peixe firmou luta de verdade. Tomou muita linha, brigando fundo. Eu imaginei que fosse bem maior do que ele realmente era. Não importa, já era um belíssimo Tucunaré Açu. Curioso que esse tinha um padrão diferente. Em vez de três, ele tinha quatro listras pretas verticais. Coisa rara de se ver.

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Eu não conseguia me conter de tanta felicidade. Pode até ser que exista sensação melhor do que pegar um Tucunarezão na hélice, mas, igual, jamais!

Dali para frente a pesca virou coisa séria. O local era de peixe grande e eles estavam ativos. Qualquer bobeada faria com que o pescador se arrependesse para o resto da vida. Permanecíamos na hélice, na esperança de ver aquela pancada se repetir.

Não demorou mais que três minutos e, no mesmo ponto, outro monstro explodiu na isca. O peixe saiu nadando disparado, paralelamente ao espraiado, em direção a uma moita. Contrapesei a vara para quebrar a corrida e, por sorte, ele perdeu o fôlego antes de chegar lá. Com a situação dominada, foi esperar o bicho cansar e fazer o embarque.

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Aquele lugar estava pegando fogo. Tucunaré para todo lado. Na mesma isca, poucos metros à frente, dei um arremesso longo para o meio do lago. Lá longe, vi um estouro em cima da isca. Errou. Puxei mais duas vezes, com força e velocidade, e o bichão arrematou. Que briga!

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Feita a fotografia, o peixe foi liberado e, no próximo arremesso, mais um!

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Depois daquela série de ações, dei a proa do barco para a Gra, peguei uma geladinha e sentei. Faltava ela pegar um grandão naquele local maravilhoso. Ela trabalhava a isca com habilidade e não demorou muito até o resultado aparecer. Um belo Açu deu a típica pancada seca na isca, arrancando um grito da pescadora. Briga boa, mas quem venceu foi ela.

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Depois daquele ponto, fomos para o segundo acampamento, exatamente na confluência dos rios Alegria e Cuiunizinho. Dois rios de menor porte que, juntos, formam o Cuiuní. Lá, descobrimos que estávamos sem peixes para o almoço. Saímos, então, para pescar nossa comida. Na pescaria do almoço, na foz do Rio Alegria, a Gra pegou um grande Borboleta e eu ainda faturei um Açu de médio porte.

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No período da tarde não tivemos a mesma sorte. As ações diminuíram bastante. Eram avistados dezenas de Tucunarés de grande porte protegendo seus ninhos. Porém, não havia meios de fazer com que eles atacassem nossas iscas.

Retornamos ao acampamento no final da tarde, tomamos um bom banho no rio e esperamos o jantar. No dia seguinte, seguiríamos de volta ao Tucuninha. As duas duplas desceriam pescando, enquanto Sr. Orlando levaria os mantimentos e equipamentos de volta ao barco.

O RETORNO AO CONFORTO

Novamente, despertamos antes de o sol nascer. Iniciamos a descida do rio e a Gra falou para o Jão: “podemos voltar na última lagoa em que pescamos ontem”. Ele, sem hesitar, concordou.

No dia anterior, tínhamos visto muitos peixes grandes naquele lago. Eles não queriam nossas iscas naquela ocasião, mas era certeza absoluta que aquele ponto de pesca abrigava os gigantes.

Logo na entrada do lago, fisgamos mais de cinco peixes cada um. Todos pequenos, mas as ações eram constantes. Um pouco mais à frente, arremessando no local onde tínhamos avistado um belo Tucunaré no dia anterior, consegui engatar um peixe bom. Não era um gigante, mas já se podia categorizá-lo como um Tucunaré Açu grande.

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A paisagem do lago era estonteante.

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Seguimos a pescaria rio abaixo, parando nos pontos mais promissores. Os peixes foram aparecendo aos poucos, mas nada que se comparasse ao primeiro dia de acampamento.

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Durante aquele dia, a Gra falou que tinha vontade de fisgar um Aruanã. Dito e feito! No final de tarde, ela acabou realizando o desejo e pegou um belo exemplar.

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Logo depois de liberar o Aruanã, retomamos os arremessos. Eu usava uma Dr. Spock prateada e a Gra uma Perversa branca. Depois de um longo arremesso, um imenso rebojo surgiu no rastro da minha isca. Imediatamente eu pedi para que a Gra arremessasse a perversa. Ela arremessou uma, duas, três vezes; na quarta, ela veio trabalhando a isca sem muita pretensão, já tinha desistido de provocar o ataque do peixe que surgira. A menos de dois metros do barco, surgiu um monstro do meio do nada. O peixe veio de longe pela superfície da água, fazendo um verdadeiro estardalhaço e explodiu na isca. O susto foi tão grande, que só se ouvia gritos dentro do barco. A Gra, por extinto, travou o carretel com o dedo e, num piscar de olhos, o peixão desapareceu. Tudo foi muito rápido, não deu nem tempo de pensar em nada. Eu vi seu dedo no carretel, mas no meio da frase, pedindo que ela liberasse a linha, o peixe já havia arrebentado tudo. De acordo com o Jão, seria aquele o maior peixe da pescaria. De fato, o barulho e a violência de seu ataque eram de peixe muito grande.

Ela ficou arrasada, quase chorou. Até parou de pescar. Porém, aprendeu duas lições importantíssimas na pesca dos Açus: 1 – nunca tire sua atenção da isca. O peixe, muitas vezes, surge quando menos esperamos. 2 – nunca tente medir força com o peixe, se ele não conseguir tomar linha, algo fatalmente quebrará: a linha, a vara ou a isca. É impossível segurar a corrida de um peixe desse porte com tralha de pesca esportiva.

Retornamos ao barco-hotel percorrendo aquelas paisagens maravilhosas, cansados, mas com a sensação do dever cumprido.

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No penúltimo dia de pesca, depois de uma noite de confortável descanso na cama, logo pela manhã já encontramos peixes de bom porte. Apesar de estarmos bem mais abaixo do promissor local dos dias anteriores, os peixes estavam ativos.

Eu peguei um belo Açu, muito sadio. Logo em seguida, a Gra também capturou o dela.

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Ao longo do dia, alguns peixes de menor porte também apareceram. Foi um dia de bastante ação.

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O último dia inteiro de pesca se encerrava em clima de festa dentro do barco. A Gra estava contente com seu desempenho de estreia na Amazônia e eu não me continha de tanto orgulho. Apesar de não ter sido muito fácil a captura dos peixes de maior porte, a pescaria em geral foi produtiva. Na média, a dupla teve excelentes capturas. Tentamos novamente a pesca dos peixes de couro, mas sem sucesso.

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DE VOLTA AO RIO NEGRO

Já no Rio Negro, partimos para a nossa última manhã de pesca. Entramos em um lago totalmente fechado. Foram aproximadamente 1h30 arrastando o barco para conseguir chegar ao ponto de pesca. Nessas horas, se vê a vantagem de ser a dama do barco. A Gra ficou sentadinha, só fotografando e rindo da nossa empreitada.

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O lago alcançado era maravilhoso, mas os peixes estavam bem mais manhosos. Com muito esforço, conseguimos ainda algumas capturas, para fechar a pescaria com chave de ouro.

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E assim encerrou-se nossa aventura amazônica. Tudo saiu muito melhor do que eu esperava. Minha parceira deu um verdadeiro show de pesca. Mostrou que tem talento e que as mulheres são, de fato, habilidosas em tudo que fazem. Quanto a mim, palavras são insuficientes para expressar o tamanho do meu orgulho e da minha gratidão. Sempre disse que pescar nesses lugares é um indescritível privilégio. Agora, pescar junto da minha melhor amiga e companheira é das poucas coisas às quais posso atribuir o adjetivo: “perfeito”!

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TRALHAS

Umberto

– Vara Marine Sports Hunter Fish Z 5’6, 25lb + Shimano Antares DC7LV + Powerpro Super8 65lb + Leader YGK 70lb

– Vara GLoomis GL2 5’8, 20lb + Shimano Scorpion 1501XT + Powerpro 65lb + Leader YGK 60lb

– Vara MS Venator 6’, 25lb + Shimano Metanium XG + Powerpro Super8 65lb + Leader YGK 70lb

Gra

– Vara MS Venator 5’6, 25lb + Chronarch CI4 + 151HG + Powerpro 65lb + Leader YGK 60lb

– Vara Shimano Clarus 5’6, 20lb + Shimano Chronarch 101SF + Powerpro 65b + Leader YGK 60lb

– Vara MS Lubina 5’6, 25lb + Shimano Calcutta 201XT – Powerpro 65b + Leader YGK 60lb

Deixo meus agradecimentos à toda equipe Tucuna Amazon Boat, o trabalho de vocês é simplesmente impecável. Agradeço meu primo Carlos Poltronieri e seu parceiro João Vitor, por participarem dessa essa aventura comigo. E à minha eterna parceira de pesca, Grazielle Lenzi.

Um abraço e até a próxima.

Imagens: Umberto Jacobs e Grazielle Lenzi

Texto: Umberto Jacobs

TUCUNA AMAZON BOAT
www.tucuna.com.br
Fone: (19) 7813-7064
E-mail: joao@tucuna.com.br

AGRADECIMENTOS

King Fishing – www.roupasdepesca.com.br

King Brasil – www.kingbrasil.com.br

Penn-Raiba Carretilhas – www.pennraiba.com.br

As Matadeiras – www.facebook.com/asmatadeiras

JRPESCA – www.jrpesca.com.br

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2 Comentarios to “O INFALÍVEL RIO CUIUNÍ! AMAZÔNIA”

  1. Show Umberto! Belíssimo relato, como sempre. Tiro o chapéu para sua mulher, que encara um acampamento selvagem na Amazônia, e pelo jeito pesca muito, parabéns ao casal. Forte abraço.

  2. Cristaino Augusto Candido disse:

    Parabens…belos peixes…show…so tucuna monstro…eu tb sou praticante da PESCA COM ARTIFICIAIS…show de bola…

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