RUBINHO DE ALMEIDA PRADO – EXCLUSIVO!

rubinhocapa

Em entrevista exclusiva ao Loucos por Pesca, Rubinho de Almeida Prado, o precursor do pesque e solte no Brasil, conta um pouco da sua vida, carreira, projetos e fala sobre o futuro da pesca esportiva no Brasil. Um legítimo vencedor, ousado, que merece nosso reconhecimento por tudo que fez e ainda faz pelo esporte!

 

 

 

“Aoow bichão! Bruto, bruto, bruto!”. Esse linguajar marcou parte dos anos 90 na televisão brasileira. Com seu carisma, Rubinho acordava crianças de 5 a 90 anos nos domingos bem cedinho para acompanharem suas aventuras.

Começava  um marco na cultura, uma mudança. Quando aqui no Brasil veríamos uma cena daquela? Um pescador soltando um peixe, ainda mais em rede nacional.

O Loucos por Pesca tem a honra de prestar uma homenagem a Rubens de Almeida Prado, o “Rubinho”, e deixar bem claro que o que temos hoje no segmento da pesca esportiva no Brasil devemos a você.


Sabemos que ao longo de sua carreira ele já respondeu varias questões em entrevistas, mas não tem como não repetirmos algumas, mesmo porque muitos jovens ainda não tiveram a oportunidade de acompanhar. Vamos tentar ao máximo fazer deste bate papo um vasto campo de informações e lógico presentear nossos leitores com isso.

Lpp: Rubinho, sabemos que você é paulistano de nascimento, mas fala pra gente um pouco de onde são suas raízes?

Rubinho: Minha infância teve sabor de fazenda, onde morei até os 5 anos de idade. Minha família é basicamente do interior de São Paulo, cidade de Jau, o que faz com que eu tenha uma vivência bem marcante do interior.

Lpp: Como foi essa mudança na sua vida, de economista a pescador esportivo?

Rubinho: Formei-me em economia pela Universidade Mackenzie. Trabalhei cerca de 13 anos nas organizações Citibank, quando decidi mudar de vida e começar a pescar. No inicio dos anos 90 não havia nada na tv sobre pesca esportiva e foi uma boa oportunidade aproveitar esse momento. Era o produto certo para a hora certa.

Lpp: Acompanhamos há muito tempo sua carreira e sabemos que você, como muitos, não começou a pescar com seu pai. Certo que os tempos eram outros e as dificuldades de levar uma criança para pescar eram imensas, você sentiu falta disto? Você teve vontade de sair para pescar com seu pai?

Rubinho: Infelizmente, embora meu pai tenha sido um bom pescador, não tive a oportunidade de pescar com ele na minha infância ou juventude. Eram outros tempos e criança não fazia parte deste tipo de programa. Creio que este motivo é que me levou a não praticar a pesca até me tornar adulto. Na realidade, meu mentor foi um tio, Fernando, irmão de meu pai. Com ele é que, já adulto, dei meus primeiros passos na pesca esportiva.


Rubinho pesca com seu filho em especial de dia das crianças

A MUDANÇA DE UMA CULTURA. RUBINHO CHEGA À TV E SOLTA UM PEIXE EM REDE NACIONAL.

Lpp: Rubinho, como você chegou à televisão? De onde veio a inspiração de soltar o peixe?

Rubinho: Trabalhava no Citibank e passei a ser um apaixonado por pesca, um rato de loja e um compulsivo espectador de vídeos do mundo inteiro sobre o tema. Como não havia nada na tv sobre o tema, decidi fazer algo para os pescadores brasileiros. A soltura de peixe foi natural, pois já praticava o pesca e solte mesmo antes de começar na tv.

Lpp: Depois do primeiro impacto de soltar o peixe, acho que podemos dizer assim, como foi o seu dia a dia, feiras, palestras? Aparecer em público foi um problema?

Rubinho: No inicio, quando comecei a soltar os peixes na tv, embora muitos telespectadores elogiassem essa atitude, houve também muitas criticas e cheguei a apanhar fisicamente algumas vezes, além de receber diversas ameaças anônimas por carta e telefone. Muitas pessoas riam desta prática, mas com o passar do tempo foram se acostumando e valorizando cada vez mais essa modalidade.


Lpp: Rubinho, nosso site abrange 90% de pesca em pesqueiro (pesque e pague). Você tem noção que também introduziu o pesque e solte nestes segmentos, inclusive com um pesqueiro em Juquitiba que tem o mesmo nome do programa?

Rubinho: Não sabia que havia impactado também nos pesqueiros, mas é natural que isso tivesse acontecido, pois muitos pescadores utilizam tanto o ambiente natural como os pesqueiros e acabam levando de um lado a outro seu comportamento e cultura.

Lpp: O que acha dos pesqueiros?

Rubinho: Um grande mercado, com muita responsabilidade, pois é onde grande parte dos pescadores começam a se interessar pelo esporte nos dias atuais.

Lpp: Quando você se depara com uma criança soltando um peixe, seja em pesque pague, seja em rio, qual é o seu sentimento?

Rubinho: De que valeu a pena tanto esforço e dedicação. Tenho orgulho de poder ter contribuído com essa mudança cultural e influenciado os pescadores.

Lpp: Porque você saiu da TV?

Rubinho: Problemas com sócios me deixaram muito desgostoso e foi necessário dar um tempo para reflexão.

Lpp: Depois de sua saída, sabemos que continuou  no segmento. Quais foram suas principais atividades?

Rubinho: Precisava de um contato mais corpo a corpo com o telespectador. Por isso comecei as atividades de turismo, escola, palestras e eventos. Em 2011 criei uma OSCIP, chamada Doutores das Águas, que adotou 2.000 ribeirinhos carentes na Amazônia. Anualmente atendemos gratuitamente essas famílias com médicos, dentistas e educadores.

Lpp: Qual espécie que ainda não teve a oportunidade de fisgar e que gostaria muito?

Rubinho: São muitos peixes no mundo que ainda não pesquei, mas sonho em fazê-lo. No Brasil, gostaria de ter mais experiência com a Dourada, um peixe de couro de grande porte, pois só pesquei um exemplar até hoje. O Baramundi da Austrália e o Tiger Fish da África são metas que ainda quero atingir. De água salgada há alguns como o Cherne, o Spearfish, Swordfish, que ainda sentirei do outro lado da linha.


Lpp: Qual o maior peixe que já fisgou e a briga mais longa?

Rubinho: O maior peixe foi um Marlin Azul pesando cerca de 350 quilos em Guarapari, ES. A briga mais longa foi com um Atum, quando levei cerca de 4 horas e 30 minutos (Hotel Transamérica, BA).

Lpp: Algum peixe já te venceu pelo cansaço ou por outras circunstâncias?

Rubinho: Todos os dias somos vencidos por peixes, por uma razão ou outra. Nunca fui vencido pelo cansaço, mas muitas razões levam um peixe a ter sucesso durante a briga. Uma vez tive toda minha linha retirada da carretilha na corrida do peixe. Estava na Florida, pescando Bonefish. Mal respirei e os 120 metros de linha já haviam acabado. Proporcionalmente, creio que esta espécie seja uma das mais fortes e velozes que tive oportunidade de pescar.

Lpp: Rubinho, sabemos da variação de espécie para espécie, a resistência de cada uma, mas como fazer a soltura com segurança em geral?

Rubinho: É um aprendizado, pois cada espécie tem características próprias. Tempo fora da água, forma de manuseio, etc. De forma genérica o que recomendo é:

– Manter pouco tempo fora da água.

– Nunca colocar a mão nas brânquias.

– Não envolver o peixe com panos, para não perder o muco.

– Procurar pegar no peixe sempre com as mãos molhadas.

– Deixar o peixe descansar antes da soltura.

– Procurar um local de águas calmas e seguras para soltar o peixe.

– Eliminar a farpa do anzol.

– Evitar colocar peixes grandes em cima do barco.

– Equilibrar o equipamento de pesca para não estressar o peixe.

– Manter o peixe o menos possível na posição vertical, pois seus órgãos internos sofrem compressão.

– Não deixar o peixe cair de suas mãos, entre outros.

Lpp: Como que é rodar esse Brasil e parte do mundo pescando? Já passou alguma dificuldade em relação à acomodação e mesmo pescarias difíceis?

Rubinho: Sou muito cauteloso e me preocupo sempre em prevenir, já que qualquer problema fica difícil de resolver nos locais que ando, mas  pescaria difícil não é tão raro assim e já tive algumas dificuldades para fechar um programa, seja por falta de peixe, condições de clima ou mesmo informações erradas.

Lpp: Rubinho, desde que começou a soltar os peixes até os dias de hoje, fala pra gente em relação a um todo: estoque, conscientização, aumento de hotéis, guias, feiras, palestras, etc, em que pé estamos? E o futuro? Nós do Loucos por Pesca que ficamos mais em contato com pesque pague, sentimos a evolução dia a dia, com técnicas diferentes, novidades em relação a materiais de pesca, todo dia uma coisa nova, a pesca esportiva crescendo a cada dia.

Rubinho: O segmento do turismo de pesca esportiva tem crescido no mundo todo e não seria diferente no Brasil. Nos últimos anos é impressionante o número de ofertas de novos produtos, técnicas variadas e roteiros de pesca que surgem a cada momento. Essas alterações são absolutamente normais em um segmento que está em franco crescimento. Muitas mudanças aconteceram nestes últimos 20 anos. Os guias estão cada vez mais especializados, as feiras de pesca vêm cumprindo seu papel, enfim tudo evoluiu. Com tudo isso, a cultura do pescador mudou, influenciado pela globalização, a indústria se preocupou em oferecer novos produtos, mais eficientes, leves e a um custo mais acessível.  As técnicas, antes levavam anos para se difundirem e hoje em poucos segundos o mundo todo tem acesso. Isso é maravilhoso e se pode aprender rapidamente com os erros e acertos daqueles que estão atuando no mercado.

O único ponto que me preocupa no mercado é que nossas autoridades governamentais ainda não perceberam a importância futura deste mercado. A pesca esportiva pode ser uma grande geradora de recursos e emprego em um país como o Brasil. Temos uma riqueza enorme em espécies de peixes de água doce, uma bacia hidrográfica de fazer inveja ao mundo todo, mais de 8.500 km de costa marítima, um clima favorável que permite a pesca o ano todo, um conjunto de represas sem similar no planeta. Mas ainda temos de aprender muito a explorar todo esse presente divino de maneira eficiente e focada. Espero que possamos acordar um dia e não sermos surpreendidos por ser tarde demais.

Lpp: Voltando aos pesqueiros, qual sua opinião sobre as novas espécies introduzidas nestes locais, tais como: Pirarucu, Pirarara, Jaú, Tucunaré, entre outras. Há também a introdução de híbridos como: Tambacú, Pincahara, Cachapira, etc. Isso ajuda na preservação de algumas espécies?

Rubinho: Sou radicalmente contra qualquer introdução de espécies em locais onde ela não é natural, a não ser que haja uma boa e estudada razão para tal movimento. Os híbridos são também muito preocupantes, pois não há como mantê-los confinados eternamente. Uma hora caem na natureza e não se sabe o impacto disso no longo prazo. Não acredito que temos o direito de “brincar de Deus”.


Lpp: Como surgiu o Pescaventura?

Rubinho: Quando me desliguei do Pesca & Companhia em 1997, registrei o nome Pescaventura para todas as atividades ligadas a pesca. O programa de tv demorou alguns anos para retornar. Em 2011 comecei de novo em canais a cabo e somente em 2013 em tv aberta.

Lpp: Como é voltar a tv depois de muitos anos? Porque demorou tanto?

Rubinho: Voltar a tv é muito bom, pois ainda tinha muita coisa para passar aos pescadores e valorizei muito essa nova oportunidade. A demora é natural, pois não é fácil estruturar um programa de qualidade. Além disso tinha de consolidar algumas das novas atividades.

Lpp: Pescaventura vai ao ar em que dia e horário?

Rubinho: O Pescaventura vai ao ar na TV Aparecida aos sábados, as 20:30h e tem uma reprise no sábado seguinte as 6:30h.

Lpp: hoje temos o prazer de ter um canal só de pesca, o “Fishtv”, no qual o Pescaventura faz parte. Qual é a sua importância  para a pesca esportiva?

Rubinho: O mercado está crescendo e quanto mais tivermos incentivo na tv mais será impulsionado. A FISHTV é uma iniciativa ousada, mas de grande importância para o mercado. Torço muito para que tenha sucesso e que cresça cada vez mais.

Lpp: Rubinho, se perguntarmos pra você qual foi sua melhor pescaria, temos certeza que você iria citar muitas, mas a pergunta que vamos fazer já é uma pergunta e uma resposta, você só nos confirma. Você realizou um pescaria de Sailfish no fly, onde dedica um peixe a sua esposa Elen. Você disse que o peixe era pro tamanho dela, os saltos que ele deu eram saltos pra ela, etc. Foi a pescaria mais emocionante da sua vida? Conte-nos um pouco deste dia, foi a primeira vez que vimos você chorar na televisão.

Rubinho: Foi realmente muito emocionante e há muito tempo eu não chorava, muito menos na tv. Há muitos anos eu sonhava em pescar um destes peixes com equipamento de mosca. Já havia tentado no Brasil, em Vitória do Espirito Santo, mas sem sucesso. Aquele peixe foi especial, não só por ser o primeiro, mas senti que a Elen estava comigo, em pensamento, naquele momento e dedicar a ela aquele peixe me deixou muito feliz e emocionado. Queria muito que ela estivesse comigo naquele barco.


SURGE OS DOUTORES DAS ÁGUAS

Realmente emocionante de se ver, “Doutores das Águas” leva ajuda para as  comunidades ribeirinhas da Amazônia.



Rubinho e Elen no programa da Fátima Bernardes falando sobre os Doutores das Águas

Lpp: Rubinho, como surgiu o projeto Doutores das Águas? Quais as maiores dificuldades, quantas pessoas já receberam atendimento e quais são as maiores problemas delas? Como fazer para ser um voluntário?

Rubinho: Doutores das Águas começou suas atividades em 2011, na primeira expedição. Como temos operação de turismo na região Amazônica, sempre nos chamou atenção a carência regional. Como forma de retribuir um pouco o apoio que sempre recebemos desses ribeirinhos (muitos trabalharam ou trabalham em nossa operação de turismo) chegou um momento que tínhamos de fazer algo por essa gente sofrida. Em 2010, um médico estava pescando conosco e foi abordado por uma senhora ribeirinha que queixava de dores. No momento ele só tinha um tubinho de novalgina. Ao presentear a senhora com esse remédio foi possível perceber a importância que aquele pequeno medicamento representou para aquela senhora. Aquele simples e barato tubinho de analgésico foi recebido como uma benção. Naquele momento decidimos que tínhamos de fazer algo para ajudá-los.


Atendimentos

2011: 810 pessoas

2012: 1.207 pessoas

2013: 1.321 pessoas (sendo que 846 também tiveram atendimento odontológico)

Os principais problemas na região são advindos da relação deles com o meio ambiente (quente e úmido) e falta de orientações básicas de higiene. Desnutrição, problemas dermatológicos (micoses superficiais), desidratação crônica, avitaminoses, alergias, alto índice de verminoses,  gravidez de meninas menores de idade, etc. Nota-se, entretanto, que o problema mais grave é o odontológico (a cárie e a doença periodontal são as maiores doenças encontradas pelos dentistas, ocorrendo a perda de dentes). Nas crianças, a perda precoce dos dentes de leite interfere na ordem de erupção correta, dor, traumas psicológicos. Nos adultos vemos muitas infecções de origem bucal e perda de sustentação do dente no osso pela contaminação de bactérias interferindo na saúde geral (dificuldade de se alimentar pela dor e falta de dentes). Essas doenças bucais são pela falta de orientação de saúde, ausência de escovação e fio dental, acumulando placa bacteriana.

Para ser voluntário basta entrar em nosso site: www.doutoresdasaguas.org.br ou www.doutoresdasaguas.com.br e fazer sua inscrição.

Lpp: Respondendo a uma pergunta da Fátima Bernardes, você disse que o retorno deste projeto fazia bem pra alma. Qual é realmente o tamanho desta gratificação?

Rubinho: É muito difícil descrever o que se sente ao fazer o bem para quem precisa. Trabalha-se muito durante a expedição, mas à noite todos os voluntários estão mais que felizes e com um sentimento de gratidão para com aquelas pessoas. A impressão é que os ribeirinhos é que estão ganhando, mas na realidade somos nós os maiores beneficiados.  Cada abraço, cada sorriso, cada gesto deste povo faz a gente ter a certeza que estamos no caminho certo e vamos continuar navegando por estas águas.

O Loucos por Pesca parabeniza esse projeto e estamos à disposição para ajudar.

Junto com seu amigo e biólogo Alec Kruze Zeinad, Rubinho lança o livro Peixes fluviais do Brasil.


Lpp: Rubinho, conte-nos por favor sobre o livro?

Rubinho: Foi um livro pensado e repensado. Deu bastante trabalho e muita pesquisa. Levou sete anos coletando informação, mas valeu a pena. A ideia, e acredito que conseguimos, foi publicar um livro que fosse útil para todas as pessoas que gostam de natureza. Trata-se de um livro de consulta (são mais de 200 espécies de água doce), tanto para o biólogo, como o pescador novato e o experiente. Há informações profundas sobre a biologia de cada espécie e uma completa ficha de pesca para cada peixe. Mas como tem muitas fotos de qualidade, o livro também agrada aqueles que admiram uma bela paisagem.


Rubinho e Alec Kruze Zeinad em lançamento do livro Peixes fluviais do Brasil

LPP: Rubinho, não poderíamos deixar de fazer mais duas perguntas. Achamos que é muito importante, não só pela juventude que acompanha nossos artigos e também para nossos leitores em geral, essas respostas vindo de você. O que significa a palavra cidadania?

Rubinho: Agir pensando no próximo e futuras gerações, sem interesse pessoal. Pensar em cidadania é pensar na existência com ética: na vida com respeito ao próximo, esteja ele próximo ou não, na vida com respeito à vida, seja ela humana ou não; na vida em comunhão com a natureza, a melhor comunhão possível.

Lpp: Rubinho, o que é ser uma pessoa de sucesso?

Rubinho: Uma vez li um artigo sobre isso e me marcou muito. Ele dizia: “Para se ter sucesso, basta que apenas uma pessoa respire diferente ao te conhecer”.

Sucesso é fazer algo que possa influenciar, para o bem, as pessoas que te admiram. Eu me considero uma pessoa privilegiada, de poder trabalhar naquilo que mais gosto e de ter contribuído de alguma forma para a melhoria do nosso país e das pessoas que vivem aqui.


Rubinho em palestra na Feipesca 2013


Rubinho e Márcio Giannico – Feipesca 2013


Stand Pescaventura – Feipesca 2013

Rubinho, nós do Loucos por Pesca só temos que agradecer toda a atenção que você teve conosco. Agradecemos pela honra deste bate papo, pois no fundo os homenageados foram nós e nossos leitores. Obrigado por tudo que você fez e está fazendo pela pesca esportiva e por todo o segmento. Para mim, Márcio Giannico, que sou muito seu fã e do seu trabalho, realmente é um momento de muita emoção.

Agradecemos pelo grande projeto social “Doutores das Águas” e que Deus abençoe todos vocês. Fiquem com Deus.

Imagens: Márcio Giannico, Rubinho de Almeida Prado e Pescaventura

Texto: Márcio Giannico

E-mail: marcio@loucosporpesca.com.br

Você pode deixar um comentário, ou fazer um trackback para o seu site.

18 Comentarios to “RUBINHO DE ALMEIDA PRADO – EXCLUSIVO!”

  1. zeppha disse:

    aveeeeeeee clebão se é louco, acertou na veia ptz, rubinho é um idolo cara, tenho todos os dvds das antigas dele, não saio p pescar sem assistir, ele tinha uma visão muito alem do seu tempo p/ época, até hoje seu fã, da onde voce acha que veio a nossa explessão “vamo trabaiá”, se foi muito feliz em escolher ele p/ entrevistar e c/ ctz vai enriquecer seu programa. abç

  2. Ricardo disse:

    Muito legal esta matéria. Abs.

  3. vianna disse:

    Dez, nota 10 p todos vcs do loucos !!!!!

  4. Adan disse:

    Show sensacional, parabéns marcinho pela entrevista, grandes mestre na Pesca Esportiva, cada vejo comentário e dicas sempre novo aprendizado para nois praticante da arte da pesca, sucesso a todos vcs .. forte abs … Adan Bruno

  5. Carlos Renato Petrelli disse:

    Parabéns Rubinho!!!! Felicidades, abraço….

  6. Umberto Jacons disse:

    Parabéns, Loucos.

    Excelente entrevista. Sem dúvidas o Rubinho é o mestre, pelo menos o meu. Mesmo fora d’água mostra que é exemplo a ser seguido por todos.

    Um abraço.

    Umberto

  7. Um ícone da pesca esportiva, realmente uma pessoa que admiro muito, aprendi quase tudo que sei vendo seus milhares de vídeos, acredito que vi sua grande maioria. Tive o prazer novamente de encontrá-lo na Feipesca e tirar uma foto ao seu lado, mesmo que de saída com braço e perna machucadas, foi super simpático. O que você fez pela pesca esportiva Brasileira, Rubinho, foi algo que eternizará seu nome na história. Abraços. Marcelo

  8. Leandro disse:

    Bom dia,

    Realmente o Rubinho é um cara fantastico, sabe tudo sobre a pesca,eu gravei com ele no pantanosso isso ja faz uns 13 anos atrais ele ja preservava o pesque solte,sucesso pra ele…

  9. Cláudio Dias disse:

    Amigo Márcio, os meus olhos ficaram marejados, pela emoção que senti, ao ler essa entrevista com o “Pelé” da pesca esportiva – o nosso RUBINHO. Lembrei, com muita saudade, dos domingos que acordava cedo para assistir o “Pesca e Companhia”. Não perdia nenhum. Obrigado a ele pelo grande trabalho que está fazendo a frente do projeto Os Doutores das Águas e pela pesca esportiva. Parabéns a você e a sua equipe pela bela entrevista. Um grande abraço a todos.

    Claudio Dias
    Macapá/AP

  10. Flavio Souza disse:

    E aí pessoal, dois meses sem pescar mesmo??? Não tivemos mais matérias???

  11. Marcinho disse:

    pessoal muito obrigado pelos coments e por curtir a materia do pele da pesca esportiva heheheheh foi um grande prazer mesmo ter feito essa entrevista. Rubinho foi muito atencioso, é uma pessoa muito humilde, por isso falo que a pesca esportiva começou aqui no Brasil nas mãos da pessoa certa

    Forte abraço a todos
    Marcinho loucos por pesca

  12. Carlos Tanikawa disse:

    Quantas foram as manhãs em que assisti o programa Pesca Brasil na CNT e na antiga rede OM Brasil…. Aquela música tinha um refrão…..não se queixe da fome…pesca brasil!!!! Sabia pelo meu primo Mauro, grande pescador também, que o Rubinho participava da APIA, uma das primeiras associações de pesca com IArtif. do Brasil. Assisti desde o primeiro programa com o Rubinho e seu amigo pegando pescadinhas em Cananéia…. foi lá que vi a primeira carretilha de perfil baixo, a primeira soltura de peixe, e dali em diante, eu e minha família (pai, mãe, irmãos) tinhamos um novo compromisso, não de falar….nem deu a cota, mas só levar um ou outro exemplar que não teria condição de ser solto pra comer e soltar todo o resto! Acompanhar o Pesca Brasil, o Pesca e Companhia e agora o Pescaventura é simplesmente reconhecer o trabalho de um mestre!
    Obrigado Rubinho e obrigado ao Site por divulgar este grande pescador.

  13. Marcinho disse:

    valeuuu Carlos por curtir a materia, com ctz fomos presenteados com esse bate papo, td começou com ele, ja andamos um bom caminho e estamos no rumo certo, valeuuu forte abraço

    Marcinho Loucos por pesca

  14. Marcos Fernandes disse:

    Gostaria aqui de deixar um grande abraço, assisti muito o se programa, quando comecei assistir não tinha nem como comprar algum material de pesca, tinha mesmo era muita vontade de pescar, mesmo quando reprisava assistia de novo, aprendi muito como se deveria pesca sem prejudicar a natureza, e isto passo ao meu filho hoje, aprendi a gostar da pesca com isca artificial,,,pra mim é uma arte,,,,
    Aqui no Rio Grande do Sul, pesco em açudes, adoro pesca traira com iscas frog, adoro ver o bote que a traira da, saindo fora d´aguá.

    Desejo boa sorte neste novo desafio….pelo respeito que tenho pelo seu trabalho.

  15. Marcinho disse:

    valeuuu Marcos por curtir, abraçao

  16. Simplesmente fantástico. O trabalho desta equipe Loucos por pesca e a presença de um ser humano com exemplos maravilhosos como o de Rubinho. Além de fazer aquilo que mais gosta, também faz aquilo que precisa, ajudar as pessoas carentes. Parabéns a vocês e que sirva de exemplo para outros.

    Charles Olimpia-sp

  17. sergio disse:

    parabens a todos da equipe loucos por natureza pela justa homenagem a este icone da pesca esportiva na Brasil . Fiquei muito triste quando ele saiu do pesca & companhia mas fico feliz porque apesar de todas as adversidades que ele deve ter passado , ele continuou firme nos seus principios e por isso é um vencedor em tudo que faz. Grande abraço a você rubinho e a todos do loucos por natureza.

  18. André Lobo_Mauz disse:

    Que bom saber que você (Rubinho) ainda está na ativa!!! Sempre acordava cedo para ver seu programa e aprendi muito. Saudades grandes desses tempos. Atualmente estou sem pescar, mas ainda tenho minha maletinha… o tempo passa e faz isso com a gente, mas sei que logo logo voltarei a curtir minha maleta, anzóis e etc., lembro que ficava louco para ter uma carretilha igual a sua kkkkk, eu ficava repetindo “éita peixão bão, bruto kkkk” bons tempos! Deixo meus sinceros agradecimentos à sua pessoa e ao profissional que é, por me ajudar a enxergar que mais vale um peixe de volta a natureza do que morto, pelos simples fato de matar. Abraços e mais sucesso profissional.

    André Câmara. (Lobo_Mauz)

Deixe um comentario