PARAÍSO VERDE – ADRENALINA! TV LOUCOS 31

PVERDE_AGOSTO2013

Os gigantes peixes marcaram presença em mais uma pescaria do Loucos por Pesca neste lugar que é o verdadeiro paraíso da pesca esportiva, onde a sensação de tranquilidade da sua natureza exuberante se mistura com a adrenalina de brigas eletrizantes! Confira mais um programa imperdível da TV LOUCOS!

 

 

 

 

Olá amigos do Loucos!

Resolvi planejar uma pescaria neste final de inverno para baixar um pouco a ansiedade na espera em ver os grandes peixes ativos novamente em nossa região. Não tinha lugar melhor para esta aventura do que o Paraíso Verde em Campo Limpo de Goiás.

O André foi o único amigo que me acompanhou nesta empreitada, já que os irmãos Fernando e Edgard, fiéis aventureiros de viagens do Loucos por Pesca, tinham acabado de voltar de uma pescaria muito bem sucedida no riozão Araguaia.

Nossa primeira pescaria no Paraíso Verde tinha sido espetacular, acima de qualquer expectativa, onde fisgamos dezenas de gigantes Tambacus, Tambaquis, Tambatingas, Pincacharas e verdadeiras monstras de rabo vermelho, as enormes Pirararas.

Eu queria testar a piscosidade daquele lago em uma época não muito propícia para a pesca. Ver se aqueles bichos continuariam ativos em uma situação muito mais adversa, visto que nossa outra viagem foi no mês de março e cercada pelo forte calor goiano.

Esta pescaria foi realizada nos dias 20 à 23 de agosto de 2013.

Chegamos no pesqueiro na hora do almoço e fomos muito bem recebidos por todos  os funcionários, verdadeiros amigos que tivemos o prazer de conhecer em nossa outra estada. Não tenho palavras para descrever a recepção dada pelo Juninho, um dos administradores do local,  que sempre faz de tudo para nos ajudar. O atendimento fornecido pelos amigos Leandro, Valdeon, Rafael e Caio também é fora de série e merece agradecimentos.

As noticias não eram muito animadoras. Nos relataram que as Pirararas tinham sumido completamente nas últimas semanas e que os redondos estavam subindo bem apenas no período da tarde, após o sol ir esquentando a água que estava muito gelada, característica da época do ano.

Iniciamos a montagem dos equipamentos, como sempre armando primeiro as varas pesadas de fundo, as quais seriam as responsáveis por uma busca incessante atrás das gigantescas Pirararas que fazem a fama do Paraíso Verde.

Usamos varas de 80 lbs e carretilhas de perfil alto com linha monofilamento 0,70 mm.

As iscas que disponibilizamos para as Pirararas foram cabeça de Tilápia e guelra, cardápio não muito farto, porém bastante seletivo e que já tinha nos rendido excelentes capturas meses atrás naquelas águas.

Partimos então para os equipamentos destinados à pescaria dos grandes redondos. Varas longas, carretilhas de perfil baixo abastecidas com linha multifilamento 30 lbs, as consagradas bóias cevadeiras e os conjuntos de evas e miçangas.

Tivemos um pouco de trabalho inicialmente, pois um vento insuportável teimou em soprar durante toda a tarde, mas com paciência conseguimos levantar os primeiros peixes que fatalmente vieram cair em nossos anzóis.



As primeiras ações serviram para desenferrujar os braços dos pescadores.


Uma espécie de aquecimento e preparação para dias que viriam com muitos esforços e recompensas.



O vento não permitia que os peixes subissem muito, porém quando os tambas apareciam na superfície tínhamos que aproveitar o momento. Variamos os evas e miçangas, usando principalmente as cores caramelo e cor de ração. Engato um belo tamba e vou para o abraço!



E assim seguimos fisgando alguns peixes até que o sol foi se despedindo.




Com a chegada da noite, era o momento de redobrar a atenção na busca pelas Pirararas. Dei a tradicional conferida nos equipamentos, chequei as iscas, pois este é o período em que esta espécie se torna mais ativa, seguindo seus hábitos e buscando alimento com mais intensidade.

Fui até o restaurante e quando retornei fui avisado pelo amigo de que uma das minhas varas tinha sofrido o primeiro ataque, provavelmente uma Pirarara seria a responsável. Ele relatou que o peixe carregou a isca por alguns metros e largou antes que ele conseguisse a fisgada.

Recolhi a linha, dei uma caprichada na guelra, já que o anzol estava praticamente limpo, e fiz o arremesso exatamente no mesmo lugar. A expectativa era para que ela voltasse, afinal não tinha sentido o desprazer de tomar a fisgada.

Poucos minutos depois, a mesma vara dobra violentamente! O alarme berra alto no silêncio da noite e com dificuldade consigo tirar o equipamento do suporte para enfim dar a cobiçada sequência de pancadas na boca do bicho! O duelo é bem pesado e após tomadas incansáveis e violentas, uma majestosa Pirarara aparece para vir parar em meus braços!



Levamos um pano próprio para a pesagem de Pirararas e a primeira da viagem já cravou 30 kg na balança digital.



Seguimos na espera por puxadas até o relógio apontar meia-noite, quando decidimos encerrar a pescaria para descansarmos. A verdade é que eu estava bem disposto e com muita vontade de seguir na beira do lago, porém esse tipo de pesca é pesada e complicada de se fazer e registrar sozinho, então acompanhei o amigo que já estava muito cansado.

Acordamos renovados após o descanso e logo cedo já estávamos arriscando as primeiras copadas. O problema é que o vento teimava em tentar estragar nossa viagem. Percebíamos ali que teríamos que ter muita paciência para vencê-lo.

Fui dar uma volta ao redor do lago e ver a movimentação dos peixes, quando notei a presença de muitas Cachapiras bem próximas das margens.



Pesquei uma Tilápinha pequena, a isquei pelas costas e deixei ela se debatendo na superfície para tentar irritar algum predador. Um tempo se passou e resolvi recolher este equipamento, porém ao chegar perto notei uma grande Cachapira em baixo da isca, apenas observando atentamente o nado errático e desesperado da Tilápia. Segurei a vara em punho e, com o coração quase saltando fora do peito, observei a Cachapira dar dois botes na isca, porém ela não a engolia, parecia desconfiada.

Resolvi iscar metade de uma salsicha e a deixei na superfície, sem que a linha encostasse na água, acertada decisão! Após uma briga surpreendente, uma bonita Cachapira veio parar em meus braços!



Após o horário do almoço, decidimos mudar de local e ficamos em uma das laterais, onde a posição estava mais favorável de acordo com a direção do vento. Fizemos amizade com um senhor chamado Odair, mais conhecido como Dida, sujeito educado e muito engraçado, que se tornaria um grande parceiro.

Enquanto capturava um tamba mediano na cevadeira, o novo amigo travou um duelo pesado e quando o André foi ajudar a retirar o bicho da água veio a grande surpresa! Um legítimo Tambaqui na faixa de 25 kg era o oponente na batalha!


Como ele não queria sofrer com as pancadas no peito, o registro ficou por conta do André.



Ele também estava pescando com cevadeira, porém o sucesso segundo ele era uma ração de cachorro umedecida na pinga. Ele nos deu um pouco e resolvemos testar a isca que prometia ser fatal!

Modificamos nossa montagem e logo no meu primeiro arremesso vejo uma explosão afundar a bóia. Seguidas e longas tomadas denunciavam mais um verdão de respeito na ponta da linha! Quando o peixe se entrega vem a confirmação e capturo então meu primeiro Tambaqui.



Peixe sempre robusto e muito forte!



Parecia que tínhamos encontrado, através de uma nova amizade, a isca matadeira para a espécie que eu sou tão apaixonado. Essa troca de informações na pescaria é muito importante e pessoas como o senhor Dida nos fazem crer que vale a pena sermos honestos e dividirmos os conhecimentos que temos neste esporte. Logo um Tambaqui um pouco mais modesto, porém não menos brigador, ataca novamente na ração e vem pro Loucos!



No final da tarde, o tempo melhorou um pouco e pudemos voltar a utilizar nossa modalidade preferida. A boa e velha bóia cevadeira, chicote de 2 metros com bóinha guia, um eva na linha e antenas formadas por evas caramelos ou marrons. Foram várias as capturas e os tamanhos já melhoravam.



Baguázão de respeito!


As miçangas utilizadas foram principalmente bolinhas de futebol nas cores preta e branca, vermelha ou bege.



Com o sol brilhando forte, tivemos mais resultado com evas caramelos, porém quando chegava o final da tarde os conjuntos escuros se mostraram mais eficientes.




Eu já tinha até esquecido daquele equipamento que tinha armado na beirada com salsicha na superfície, quando ouvi um barulho de linha cantando na carretilha e vi a vara toda envergada no suporte. Era uma belíssima Pincachara com sua incrível mistura de listras e manchas.



Como estava bem focado nas Pirararas na parte noturna, decidi não arriscar a pescaria de tambas neste horário, afim de evitar muita movimentação nas margens, mas os redondos subiam bem na ceva.



O André aproveitou um pouco a farra!


Minutos após a escuridão chegar e a lua cheia se mostrar toda imponente no céu, o primeiro alarme foi acionado por uma Pirarara. Estávamos indo jantar quando de longe ouvi e logo reconheci minha Okuma Convector me chamando para o duelo. Tinha pedido para o Rafael cuidar das varas e foi ele quem fisgou e logo me passou o equipamento para que eu pudesse terminar o serviço com a danada.



Vale ressaltar que o momento da soltura é importante e devemos sempre tentar fazê-lo com o máximo de cuidado possível para preservar a saúde do peixe. Toda preocupação é pouca com estes animais que tanto nos trazem alegrias.


Insistimos bastante na sequência, porém as Pirararas tinham sumido completamente, o que é um pouco raro neste pesqueiro, fato que constatamos na outra pescaria que fizemos no calor. A verdade é que eu não esperava encontrar a temperatura baixa como realmente estava por lá. Os termômetros sempre marcavam em torno de 13 graus durante a noite e a sensação térmica na beira do lago era ainda pior.

Decidi explorar outro ponto do lago e terminaríamos então a noite pescando ao lado do restaurante. Não foi necessário esperar mais do que trinta minutos para uma gigante Pirarara abocanhar a “peruca” de guelra lançada na água. Briga pesada e peixe grande para os amigos do Loucos!



Abordarei em nossa próxima matéria de dicas sobre esta isca que utilizamos muito lá no Paraíso Verde e que também já testamos com sucesso nos outros pesqueiros que costumamos frequentar.



Ânimos renovados, adrenalina bombando pelo corpo e decidi naquele momento que para mim a madrugada só terminaria mais tarde, mesmo que tivesse que ficar sozinho pescando, o que de fato aconteceu porque as 2 horas da manhã o André se rendeu ao sono e foi dormir. Estipulei que também seguiria este rumo caso não tivesse nenhuma puxada até as 3 horas.

O tempo foi passando vagarosamente até que a hora marcada chegou. Um pouco desanimado fui recolhendo as varas, mas quando cheguei na última, armada com uma generosa cabeça de Tilápia, notei que a linha estava bem pra frente de onde eu a havia lançado. Recolhi um pouco e senti que o anzol estava enroscado para meu total espanto. Fui correndo em direção contrária, consegui me livrar do enrosco e para minha surpresa uma grande Pirarara ainda estava do outro lado da linha. Com muita dificuldade trouxe ela até a beirada e consegui tirá-la da água.



Aproveitei que o guarda noturno estava limpando o pesqueiro e pedi para que ele fizesse minha merecida sessão de fotos com a bela Pirarara.




Fui dormir exausto, porém bem animado e confiante, crendo que as coisas começavam a melhorar definitivamente.

No terceiro dia começamos a pescar um pouco mais tarde e tivemos a companhia de dois amigos que chegaram no pesqueiro. O Leandro Correia, um leitor do nosso site que nós tínhamos conhecido pessoalmente alguns dias antes da nossa viagem, praticamente um vizinho já que mora em Indaiatuba, e o Eduardo Caldas, proprietário do site Rota da Pesca, um pescador que há anos nos convidava para pescarmos juntos nos pesqueiros de Goiás e finalmente tive o prazer de conhecer.

Neste dia os ventos estavam mais amenos e com a presença dos amigos a pescaria se tornou ainda mais divertida. As capturas começaram mais cedo e tive o prazer de tirar daquelas águas um legítimo Tambaqui amazônico!



Peixe acima dos 20 kg. Exemplar de cores vibrantes, dotado de escamas grossas e ásperas, muito belo!


Assim como no dia anterior, logo em seguida foi a vez deu capturar um Tambaqui de menor porte. O bicho explodiu como gente grande na antena e me fez crer que poderia ser outro gigante!


Os Tambacus ficaram muito ativos e engatamos uma boa sequência de grandes peixes.




O Leandro também garantiu seus primeiros Tambacus!



Dublês e até triplês foram comuns no final da tarde.


Esta briga renderia um verdadeiro baguá para o André.



Além de comprido, um bicho muito gordo!


Fui dar uma checada nas varas pesadas com a chegada da noite e os amigos seguiram pescando os redondos.



Utilizando mortadela, o Leandro conseguiu alguns Tambacus após boas batidas na superfície.



Contrariando minhas expectativas, a noite começou sem os ataques das Pirararas. O André não aguentou e foi dormir, mas dessa vez eu tinha um novo companheiro na busca pelos peixes de couro. Peguei o equipamento do André, dei uma caprichada colocando mais guelras no anzol, e lancei em outro local. Por ironia do destino foi a carretilha dele que cantou forte minutos depois e assim uma Pirarara me proporcionou uma batalha recompensadora!



Vem pro abraço gigante!



Menos de uma hora depois, adivinhem só quem canta alto na madrugada? Novamente era a Penn 320 Gti do nosso preguiçoso amigo André, que dessa vez proporcionou uma batalha ao Leandro.


Era sua primeira gigante no Paraíso Verde e pude ver a alegria e cansaço estampados em seu rosto. As Pirararas estavam realmente muito briguentas, tomavam vários metros de linha e não se cansavam facilmente. O melhor de tudo é que só grandes exemplares estavam atacando!



O último dia reuniu uma turma bem grande de pescadores e as explosões aconteceram a todo instante. O senhor Dida apareceu logo cedo, nossos grandes amigos Rafael Silvério, Marquinhos e Felipe também estiveram presentes e foi uma verdadeira farra com os tambas.




Perdi muitos peixes neste dia, inclusive um Tambacu gigantesco, fatalmente o maior redondo da pescaria, que escapou na margem após mais de trinta minutos de briga. Eu confesso que fiquei um pouco frustrado no momento, mas logo pensei que poderia ter algo melhor guardado para mim e eu ainda iria ver que meu pensamento não estava errado.

O André teve uma forte estourada na linha da carretilha, teve que caçar sua bóia por duas vezes, até que então, após nos proporcionar muitas risadas, conseguiu finalmente tirar da água um peixe que não tinha tamanho para tanta valentia, um brigador Tambaqui!


Na parte da tarde ele acertou a mão com vários tambas.



Enquanto isso eu perdia muitos peixes durante as brigas. Dava risada com os amigos, olhava pro céu e pensava: “ah essa recompensa vai ter que ser muito boa”.

Pela primeira vez tivemos ação de Pirarara durante o dia. O André correu em direção à vara que já quase bebia água. Por coincidência, era sua própria carretilha que gritava, mas ele logo me chamou para ajudá-lo, pois em uma forte tomada de linha da Pirarara ele se precipitou e queimou o dedo no carretel tentando freá-la. Tive a “árdua” missão de terminar aquela briga!


Belas tomadas de linha foram registradas para a TV LOUCOS até que finalmente consigo tirar uma gorda Pirarara da água e a jogo nos braços do André.



O “sortudo” pescador tirava a maré de azar com as Pirararas logo com uma gigantesca!




Um amigo do Rafael tirou um bonito verdão no cachinho de uva com evas escuros e o Leandro também conseguiu seu exemplar desta espécie.



Mais alguns Tambacus fecharam a tarde na sequência, onde pude finalmente “chutar” a maré de azar.



O meu último tamba foi um baguázinho de respeito para trazer boas vibrações para a pescaria noturna.



Acabamos não registrando muitos outros peixes fisgados, não só da nossa equipe, mas principalmente dos amigos pescadores devido à correria e a vontade de pescar. O Marquinhos fisgou diversos tambas a tarde e a noite consegui tirar foto de um deles.


A pescaria noturna começou agitada! Escutei um alto alarme vindo da esquina do lago onde o Leandro tinha armado suas duas varas pesadas. Peguei a filmadora e fui conferir o que foi uma briga incrível! A Pirarara tomava linha sem parar e só quando ela se cansou bastante foi que o pescador pode finalmente sair vencedor no duelo.




Eu precisava de uma Pirarara para encerrar dignamente a TV LOUCOS! Apostei todas as minhas fichas no horário que se mostrou muito matador em quase todas as noturnas que já realizamos no Paraíso Verde. Troquei a cabeça de Tilápia, que dessa vez nos trouxe poucas capturas, apostando todas as fichas na “peruca” de guelra, apelido dado ao conjunto de 3 à 5 guelras que colocamos no circle hook, camuflando bastante o anzol e atraindo muito as Pirararas devido ao cheiro forte.

A puxada veio na hora de sempre e a Pirarara não estava para brincadeira. Foi difícil tirar a vara do suporte, tamanha era a força e pressão que aquele peixe fazia na outra ponta da linha. Muito eufórico, travei aquela batalha como se fosse a última da minha vida e felizmente pude explodir de felicidade quando finalmente uma gigantesca cabeça subiu à superfície! Trabalhei com todo o cuidado e trouxe a enorme recompensa pelo dia de muitas perdas de peixes fisgados. Pirarara monstra para os amigos que nos acompanham e gostam do nosso trabalho no Loucos por Pesca!


A gigante pesou 33,5 kg na balança digital.


Confira este momento na TV LOUCOS 31 no final da matéria.



Já estava mais do que satisfeito e me considerava pronto para finalizar aquela pescaria já que todos os meus objetivos tinham sido cumpridos.

O único pequeno porém, coisa de pescador exagerado e fominha, é que eu tinha ficado com uma imensa vontade de pegar mais um Tambaqui já que neste dia não consegui tirar nenhum peixe dessa espécie. Perguntei ao Marquinhos antes dele ir embora qual era o melhor jeito de fisgar os gigantes amazônicos na pescaria noturna e ele nos deixou um pouco de geléia de mocotó como resposta.

Nós três armamos nossos equipamentos para essa modalidade de pesca. Os amigos estavam com a isca direto na linha e eu resolvi colocar minha consagrada e famosa bóia de madeira para ajudar no arremesso. Deixei um pequeno chicote de linha 0,50 mm, anzol de robalo e um pedaço generoso de geléia. Após cerca de três arremessos e uma forte batida que não se confirmou, ouço um estouro no silêncio da noite. A linha estica e a fisgada firme mostrava ao peixe que ele não teria vida fácil. Após muita briga, pude ver o lombo verdão na superfície e novamente a recompensa chegava. Belíssimo Tambaquizão para encerrar a pescaria!



Nada melhor do que encerrar com chave de ouro uma pescaria que foi espetacular! Não só pelos grandes peixes fisgados, mas também pela oportunidade de passar dias muito agradáveis na companhia de pessoas incríveis!




Encerramos esta viagem com a certeza de que é possível realizar excelentes pescarias neste local independente da época do ano. Devemos sempre nos adaptar à situação e buscar a melhor maneira de conseguirmos nossos objetivos.

Assista no player abaixo o programa 31 da TV LOUCOS!

Sou suspeito para falar sobre o Paraíso Verde, mas considero um dos melhores pesqueiros que já tive o prazer de pescar. Além de muitos gigantes, das mais variadas e desejadas espécies habitarem seu lago, recebemos um tratamento de primeira com atendimento na beira do lago, onde funcionários passam o dia inteiro para nos servir bem.

A natureza que nos cerca é exuberante e isso torna o esporte muito mais agradável e possível de ser praticado acompanhado da família. Abaixo seguem algumas fotos que ilustram bem um pouco do que é este Paraíso Verde!








No sábado, enquanto aguardávamos o horário do voo de retorno, pudemos descansar em meio à natureza, fazer novos amigos e conseguimos registrar alguns peixes fisgados por eles, com destaque para um Pintado albino.




Agradecimentos ao Juninho, sua esposa, à cozinheira e a todos os outros funcionários com destaque para os amigos Leandro, Valdeon, Rafael e Caio.

Abraços a todos e VAMOS PESCAR!!!

Imagens: Kleber Sanches, André Signorelli e Leandro Correia

Texto: Kleber Sanches

E-mail: kleber@loucosporpesca.com.br

Paraíso Verde – Campo Limpo de Goias

Fones: (62) 3345-1518 / 9159-1059

www.paraisoverde.eco.br

AGRADECIMENTOS

Romano Pesca – www.romanopesca.com.br

King Fishing – www.roupasdepesca.com.br

King Brasil – www.kingbrasil.com.br

Penn-Raiba Carretilhas – www.pennraibacarretilhas.blogspot.com.br

Massa Farofa do Carlão

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15 Comentarios to “PARAÍSO VERDE – ADRENALINA! TV LOUCOS 31”

  1. Marcinho disse:

    arrebentou viziziziziziiii so gigante, showwww

    Marcinho loucos por pesca

  2. leonardo binelli zanatta disse:

    Matéria show!!
    Só gigante! As pira então nem se fala, parabéns pela matéria.

  3. José Levy disse:

    Show de pescaria, ainda vou a este lugar. Parabéns a equipe.

  4. Paulo Cesar disse:

    O fartura de peixe heim véio,
    parabéns, bela matéria como sempre.
    Um Abraço do Gordo…!!!

  5. Rafael Silverio disse:

    Fala Kleber….que pescaria heim…e q materia espetacular..te aguardo pra fazermos outra pescaria dessas heim…valeu..abraçao…

    e vamos pescar…

  6. Coisa linda hein Kleber e demais parceiros do Loucos!! Coisa linda de pescaria como sempre, e que lindas as grandes rainhas cor de arara!!! Deu até “água na carreta” aqui, hehe… Estamos no aguardo de um convite para uma matéria em conjunto com a Penn Raíba só atrás dessas gigantes hein!!!
    Paabéns e sucesso sempre!

  7. Joao Rubens disse:

    Kleber o Eduardo caldas não pegou nenhum peixe neste dia com vocês ou não pode aparecer com suas fotos na matéria por fazer parte de outra equipe com vinculo em SP.

    Muito boa pescaria meus parabéns acompanho os sites a algum tempo e com certeza acredito que hoje o Loucos estão no topo e conseguiram isso pela equipe forte que tem, pena que alguns sites já estão ultrapassados e ficaram parados no tempo mas é assim mesmo.

    Abs
    Joao Rubens

  8. Kleber Sanches disse:

    Valeu meus amigos pelos elogios. Marcinho,Leonardo,José Levy, Paulo Cesar (o velho gordo)e Rafael Silvério. Grande abraço a todos!

  9. Kleber Sanches disse:

    Valeu Felipe! Essa pescaria já foi mto ensaiada né hehe Está na hora de sair do papel e fazermos uma grande confraternização do Loucos por Pesca com os amigos da Penn-Raíba. Pessoal, carretilhas da Penn é com os homens aí! Grande abraço Felipão e Daniel.

  10. Kleber Sanches disse:

    João, obrigado pelos elogios. Infelizmente aconteceu do Eduardo Caldas não pegar peixe. Ele chegou na hora do almoço ao pesqueiro e teve que ir embora mais cedo também para organizar a festa de aniversário do filho dele. Apenas por isso não teve foto dele na matéria, pois ele se mostrou um cara espetacular, acima de qualquer rivalidade entre sites. Ele tem um programa inclusive em Goias que considero em grande crescimento, acesse ai: http://www.rotadapesca.com

  11. Klebinho PESCADOR disse:

    Kleber, para quem custuma dizer que os OUTROS não tem carater, você deve ter esquecido das suas fotos, como todas acima vc aumentando peixe com a diistancia do seu braço. E só vocês novamente no pesqueiro, estou louco para ver uma pescarias sua com pesqueiro lotado. abraços amigo

  12. Kleber Sanches disse:

    Klebinho, apesar de vc usar e-mail fake, aceitei e respondo seu comentário ok? Quem não deve não teme né? Eu nunca critiquei ninguém por tirar fotos segurando o peixe pra frente. Peixes de menor porte muitas vezes tiramos dessa maneira pq achamos que fica melhor na foto do que abraçar e sujar a camisa sem necessidade. Peixes de grande porte se você não abraçar corre sério risco de deixar o peixe cair e se machucar. Em momento nenhum fazemos isso para enganar ninguém, até pq creio que todos já tem a noção do quanto aumenta o tamanho de um peixe segurá-lo dessa maneira. Falar que TODAS as fotos fiz isso na matéria é puro exagero né? Quanto a quantidade de pessoas no pesqueiro, o local estava aberto ao público normalmente todos os dias e em vários dias teve bom movimento até de pescadores. Essa sinceramente não entendi! Você quer q eu passe na rua catando pescadores para fazer matéria com o lugar lotado? As poucas vezes que fazemos matéria com o lugar fechado nós avisamos claramente na matéria. Grande abraço!

  13. netinho disse:

    TOOP demais heim klebão!!!ainda quero ir com vcs em uma dessas nesse pesqueiro manoo!valew véi parabens!

  14. Dida disse:

    Oi Kleber, tudo bem? Continuo revendo esta excelente matéria, não canso de ver… kkkkkkkkk. abraço amigo!!!

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